O ministério enfatizou que as medidas estadunidenses, anunciadas separadamente desde o ano passado, “não devem ser reconhecidas, implementadas ou cumpridas”.
Essas sanções, acrescentou, “proíbem ou restringem indevidamente as empresas chinesas de conduzir atividades econômicas, comerciais e correlatas normais com países terceiros... e violam o direito internacional e as normas básicas que regem as relações internacionais”.
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